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PCP questiona Governo PS sobre encerramento da estação dos CTT em Viana do Alentejo

Fazendo cálculos exclusivamente quanto aos lucros da sua atividade, a administração privada que tomou conta dos CTT decidiu que os seus lucros estão acima dos direitos das populações do concelho de Viana do Alentejo e tomou a decisão de encerrar a estação.

 

O PCP questionou o Governo PS num quadro em que a privatização dos CTT inscrita no Pacto de Agressão assinado por PS, PSD e CDS com a troica estrangeira e depois concretizada pelo Governo PSD/CDS continua a revelar-se como já se adivinhava: trágica para o país que perdeu o serviço púbico postal e trágica para as populações – em particular do interior – que ficaram entregues à sua própria sorte perante uma empresa privada que atende apenas aos seus lucros sem preocupação com as consequências das decisões que toma.

 

O exemplo mais flagrante dessa realidade é o anúncio de uma nova vaga de encerramento de estações dos CTT no Alentejo, designadamente em Viana do Alentejo, perante a passividade do Governo PS que assiste impassível a estas decisões sem as travar.

 

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PCP questiona Governo sobre degradação do serviço ferroviário intercidades Évora-Lisboa

201804052304306840O PCP questionou o Governo sobre a degradação do serviço ferroviário intercidades (IC) Évora-Lisboa.

 
Em causa está a substituição das habituais composições do IC por outras utilizadas nos serviços Regional e Inter-Regional.
 
As composições habitualmente utilizadas no serviço IC Évora-Lisboa são constituídas por uma locomotiva eléctrica Siemens (fabricada em 1993), da série "CP 5600", e três carruagens Sorefame, por automotoras eléctricas designadas Unidades Triplas Eléctricas (UTE), série CP 2240.
 
Nessas composições, a locomotiva atinge os 220 km/h mas as carruagens estão limitadas a 200 km/h. No troço compreendido entre Bombel e Évora, renovado integralmente em 2011, os IC atingem os 200 km/h. A ligação Évora-Oriente faz-se em 1h30min e os utilizadores frequentes daquela ligação classificam o serviço como bom.
 
Com as composições actuais, as automotoras estão limitadas a velocidades de 120 km/h, tendo um "lay-out" interior pouco apropriado para viagens de longo curso que não assegura o conforto correspondente ao serviço IC. A baixa velocidade de ponta das UTE origina atrasos muito significativos face aos horários previstos, prejudicando os passageiros de forma que torna impraticável a utilização do serviço ferroviário.
 
Os passageiros continuam a suportar o custo do serviço IC mas a CP não tem ressarcido os passageiros pelos transtornos causados e pela perda de qualidade do serviço, não obstante terem sido apresentadas algumas reclamações.
 
O PCP sabe que na origem destes problemas estão opções de sucessivos governos que ao longo de décadas cortaram no investimento público em nome do cumprimento das metas do défice e de outras imposições feitas pela União Europeia ou pelos grupos económicos que visavam a degradação do serviço prestado pela CP como forma de alcançarem os seus objetivos de privatização da empresa.
 
Esses cortes no investimento público, feitos também por opção do actual Governo PS, atingiram as condições de manutenção do material circulante e, ao fim de anos de cortes acumulados, as consequências dessas opções geram agora uma situação verdadeiramente insustentável para a prestação do serviço de transporte público ferroviário.
 
 O PCP questionou por isso o Governo sobre:
 
 1- Como justifica o Governo a situação de degradação do serviço ferroviário Intecidades entre Évora e Lisboa?
 
2- Como justifica o Governo a opção de substituição das composições que efectuam aquele serviço?
 
3- Que medidas vai o Governo tomar para repor as condições correspondentes ao serviço Intercidades na ligação entre Évora e Lisboa?
 
4- Que medidas adotou ou vai o Governo adotar para compensar os passageiros que utilizam o serviço Intercidades entre Évora e Lisboa sem as condições correspondentes?

Aprovada proposta do PCP com medidas para que se iniciem em 2018 os procedimentos para a construção do novo hospital central público do Alentejo em Évora

Foi aprovada na Assembleia da República a proposta do PCP que defendia um conjunto de medidas para que se iniciem em 2018 os procedimentos para a construção do novo hospital central público do Alentejo em Évora.

 

O PCP apresentou aquela proposta na sequência dos atrasos que têm vindo a verificar-se neste investimento, em particular devido à tentativa do Ministério da Saúde transformar o projecto integralmente público numa Parceria Publico-Privada (PPP). O objectivo do PCP é o de garantir que as decisões relativas à construção do novo hospital sejam tomadas durante a actual Legislatura, evitando novos adiamentos ou novas tentativas de abandono do investimento integralmente público para criar uma PPP, considerando que esse passo no sentido da privatização conduziria à degradação das condições de acesso dos alentejanos à saúde .

 

A proposta do PCP foi discutida na Comissão de Saúde na passada 4ª-feira, tendo sido votada e aprovada em Plenário da Assembleia da República no final da semana.

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Aprovada proposta do PCP para abertura do curso de artes do espectáculo na Escola Secundária André Gouveia em Évora

201804052304306840Foi aprovada na Assembleia da República a proposta do PCP que defendia que o curso de artes do espectáculo na Escola Secundária André de Gouveia (ESAG), em Évora, abrisse no ano lectivo 2018/2019 e passe a abrir anualmente no futuro.

A proposta do PCP, apresentada na sequência da luta travada por alunos e professores daquela escola face à intenção anunciada pelo Ministério de Educação de não abrir o curso no próximo ano lectivo, foi discutida na Comissão de Educação e Ciência na passada semana, tendo sido votada e aprovada em Plenário da Assembleia da República já esta semana.

 

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PCP questiona Governo PS sobre alterações dos horários e preços dos CTT em prejuízo da Comunicação Social regional e das populações

O Grupo Parlamentar do PCP questionou esta semana na Assembleia da República o Governo PS na sequência de ter recebido uma denúncia do Jornal Diário do Sul referindo a imposição, pelos CTT, de condições que dificilmente são compatíveis com a manutenção da actividade da imprensa local e regional, nomeadamente pela redução de horários para entrega dos jornais nos CTT – Évora, acrescendo ao aumento de custos do serviço de distribuição postal.

O Diário do Sul refere que a situação imposta pelos CTT, em Évora, exige que a entrega dos jornais na estação se faça até às 18h00, o que é manifestamente incompatível com as condições de produção do jornal e cria dificuldades que dificilmente podem ser superadas sem consequências graves na sua actividade. Entre essas consequências está o risco de perda de assinantes porque o jornal, apesar de procurado adaptar-se às condições cada vez mais difíceis para a produção e distribuição do jornal impostas pelos CTT, os jornais continuam a chegar atrasados aos seus assinantes.

 

Esta situação revela as consequências trágicas da privatização dos CTT inscrita no Pacto de Agressão assinado por PS, PSD e CDS com a troica estrangeira e depois concretizada pelo Governo PSD/CDS. Com estas opções políticas o país que perdeu o serviço púbico postal e as populações – em particular do interior – ficaram entregues à sua própria sorte perante uma empresa privada para quem os seus lucros estão acima dos direitos dos cidadãos, incluindo o direito à liberdade de imprensa.

Esta situação é tanto mais inaceitável quando o Governo faz declarações proclamatórias sobre o desenvolvimento do interior e do mundo rural e depois assiste impávido e sereno à destruição do serviço postal, ao abandono das populações, à destruição de instrumentos de coesão territorial e social como é o serviço de correios.

 

O PCP considera que o Governo tem de assumir as suas responsabilidades, travando este processo, invertendo o caminho de degradação do serviço postal prestado pelos CTT e assegurando que o investimento no serviço público postal correspondente à sua consideração como alavanca de desenvolvimento, designadamente retomando o controlo público dos CTT.

 

O PCP, por estas razões, questionou o Governo PS sobre a posição que vai tomar face às sucessivas decisões dos CTT de degradação dos serviços prestados no concelho de Évora, designadamente a redução de horários e o encarecimento dos preços; aos impactos negativos destas decisões nas condições para o desenvolvimento da actividade da imprensa local e regional e que medidas adoptou ou vai o Governo adoptar para inverter o caminho de degradação do serviço postal prestado pelos CTT, face às situações aqui referidas.

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